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3 de março de 2012
— A Menina Que Roubava Livros.
“No começo, Liesel não conseguiu dizer nada. Talvez
fosse a súbita turbulência do amor que sentiu por ele. Ou será que
sempre o tinha amado? Era provável. Impedida como estava de falar,
desejou que ele a beijasse. Quis que ele arrastasse sua mão e a puxasse
para si. Não importava onde a beijasse. Na boca, no pescoço, na face.
Sua pele estava vazia para o beijo, esperando.”
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